Redes Sociais – Guia de boas práticas para escritórios formais

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Redes Sociais – Guia de boas práticas para escritórios formais

Escritórios de advocacia, contabilidade, RH ou corretoras financeiras, por exemplo, são ambientes formais onde ainda imperam diversas regras de etiqueta que não se aplicam mais em vários outros tipos de empresas. Da vestimenta à postura diante dos clientes, é recomendável seguir alguns princípios básicos para estar de acordo com a cultura desses ambientes de trabalho.

redes sociais

Até aí, sem novidade. O que mudou é que, agora, aquele mesmo funcionário que no dia a dia está sempre de terno e gravata, posta fotos do fim de semana onde aparece só de bermuda e com uma caipirinha da mão. Vida pessoal não se discute. Temos o direito de aproveitar nosso tempo livre como bem entendemos, definitivamente. Mas na era das redes sociais, certos cuidados são recomendáveis e, mais que isso, necessários.

Não existem mais fronteiras entre o trabalho e a vida pessoal. Levamos o trabalho para a casa e vice e versa. Fora que, nas redes sociais, muitas vezes somos identificados como “o fulano do escritório X” ou “a executiva que atual na corretora Y”. O emprego virou uma extensão de quem somos e o que acontece nas redes sociais, muitas vezes, pode interferir diretamente na empresa.

O assunto é tão sério, que em agosto deste ano (2017) uma montadora de automóveis demitiu por justa causa um funcionário que “vazou” nas redes um modelo de carro que ainda não tinha sido lançado. Ou seja, no mundo virtual, todo cuidado é pouco e disponibilizar para os seus funcionários um guia de boas práticas nas redes sociais não custa nada.

O que um guia desses precisa ter?

1. Como se identificar.
Se o seu funcionário se identifica nas redes como um colaborador da sua empresa, deixando claro que trabalha na companhia X, ele é visto pelas outras pessoas como um representante da empresa. Assim, ele precisa seguir a cultura da companhia mesmo nas redes. Se ele omite essa informação, é possível ter mais liberdade nas postagens.

2. O que pode ser dito/postado.
Faça uma cartilha sobre o que pode ou não ser dito. Esclareça quais dados são de carácter exclusivo interno – como contratos, concorrências, planejamentos estratégicos – e quais informações podem ser de interesse público – como conquistas, resultados, novas contratações e por aí vai.

3. Os conteúdos são de responsabilidade de quem posta.
Deixe claro que o seu funcionário é responsável por tudo que ele postar e deverá assumir um compromisso com a empresa à respeito disso. Se algum conteúdo divulgado nas redes for contra os princípios e valores da companhia, ele poderá ser responsabilizado por isso.

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By | 2018-01-19T11:49:23+00:00 dezembro 22nd, 2017|Digital|Comentários desativados em Redes Sociais – Guia de boas práticas para escritórios formais

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